sábado, 13 de novembro de 2010

Aleatório.


Tem época que estamos felizes e não sabemos..
Tem época que estamos tristes e sabemos..
Tem época que estamos tristes e felizes e sabemos e não sabemos..
E isso se deve a quê?

A vida?
A realidade?
A insatisfação?
A satisfação?
Ou algo que nos falta?

Como ser humanos, somos ambíguos, e sem sermos humano somos o quê?
Texto muito sem sentido, mas a vida tem um sentido claro em si!?
Até que a morte chegue não podemos traçar um caminho sem tropeços e erros.
E errar é humano. Mas viver no erro é burrice.



quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Análise Selvagem: insights relâmpago de uma mente pouco acadêmica



Eu gosto de fazer
análises selvagens elaboradas em menos de 1 minuto. Sim, eu gosto. Com os amigos, nas cantinas cheirosinhas da faculdade, em conversas informais sempre tem aquele sujeito que te conta uma coisa e você, pobre estudante-de-psicologia-com-conhecimentos-pela-metade já vai logo dizendo "isso é mania de perseguição, isso é paranóia!" ou então "ele só está fazendo isso porque você não pára de reforçar o comportamento dele" e coisas do tipo. Não como psicóloga (o que obviamente eu não sou) mas como uma pessoa que já viveu um certo tempo, conhece um pouco os amigos e um pouco as pessoas acho que tudo que eu disser pode ser usado contra mim, mas nem por isso precisa ser jogado fora. Vamos pensar: o que são análises selvagens? são análises rápidas que usam (na verdade, nem sempre) termos da psicologia para falar sobre coisas que você acabou de ouvir e, imediatamente, encontrou alguma explicação/coerência/mecanismo relativa áquela fala específica, e não a todo um processo terapêutico. Exemplo : "- Ai Mariana, eu odeio fulano, mas não consigo ficar longe dele, não sei porque" "- Ah, mas isso aí é porque na verdade amor e ódio são apenas valores diferentes dados a uma mesma quantidade de libido investida em fulano, ou seja, ele é muito importante pra você, e por isso você investe tanto. Essa coisa de ódio aí é só seu ego querendo se proteger". Eu sei, parece brincadeira. E ás vezes é. Mas aí é que está. O legal da interpretação selvagem é exatamente seu valor não-terapêutico. Se formos parar pra pensar, uma conversa descontraída ou uma brincadeira é um dos ambientes mais propícios à uma reflexão sem tantas barreiras, sem tanta racionalização. Quando se está em situação terapêutica há uma sala para falar de coisas que nem sempre você quer falar e ouvir o que nem sempre quer em um período de tempo determinado com uma pessoa praticamente desconhecida. Ali suas resistências são "quebradas" "dribladas". Deitado no jardim da escola de música você não está, digamos assim, com as resistências especialmente colocadas a postos. Então se você ouve uma "análise" assim, de supetão, independente de fazer ou não sentido, é bem possível que pelo menos a uma reflexão essa conversa vai proporcionar. Obviamente, a análise selvagem não chega nem perto de uma terapia verdadeira hardcore. Mas como minha mãe mesma disse outro dia: "fala pra sua psicóloga que o que mãe diz também tem valor, que não é só o que ela fala não tá!". Eu concordo. A teoria e a prática de um profissional que estudou, se formou e "está pra isso" é inegavelmente um ótimo caminho pra quem busca mudança, autoconhecimento ou "cura", mas a experiência de vida, essa, tão relegada pela elite acadêmica, também tem seu valor. E se essa experiência se mistura com algum conhecimento sobre psicologia e uma cervejinha depois da aula, porque não valorizar?

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Sozinho : yes or no?


Tava pensando...

Muitas pessoas se apaixonam, amam, veneram, enamoram-se, relacionam-se.
Enfim, apresentam todos esses sentimentos e ações para ficar com um alguém mais semelhante ou mais próximo possivel. Pra quê? Acho uma boa pergunta, para não ficar sozinho? Para poder dividir coisas? Para quando tiver numa noite fria, se sentir quente? Tudo isso é funcional na natureza humana. Basicamente, é para a reprodução da espécie. Mas e aquele que ficam sozinho, eles são mal adaptados? Mal amado? Carentes? Eu acho q não, mas muitas de nossas tias (os) e avós (ôs) pensam ao contrário, cobram essa 'falha' dos solteiros...o que fazer?

Quando vc descobrir me diz.
( Não pense que vc é imune ao que o social diz...)

Texto breve e curto, numa noite de sexta...medite!

quarta-feira, 30 de junho de 2010

"Efeito Pós Prova"

            Já sentiram o efeito pós prova atuando em vocês? Para entendermos o efeito, vamos pensar em alguns de seus antecedentes: Semana de prova, estuda-se, desesperadamente, com o objetivo de absorver todo aquele conhecimento, que por um motivo qualquer, seja ele o mais justo ou o mais indigno, deixamos de lado durante um certo tempo (que varia de acordo com o grau de neuroticismo de cada um).  Claro, deve-se relativizar a intensidade do desespero, já que estamos falando de uma variável, que não depende apenas da matéria que será estudada, mas do fato de existirem mais "n" matérias que se encontram na mesma situação. Aqui se inclui, também, aquele conteúdo que achávamos que sabíamos, mas que se revelou completamente desconhecido por nós.
         Outro antecedente importante é o trânsito seguido da quantidade de pessoas por ônibus que você pega e o tempo que o ônibus, já com todos os espaços possíveis preenchidos, demora para aparecer em seu ponto. Trata-se de variáveis que podem e devem ser catalogadas como fatores antecedentes ao efeito de pós prova, portanto lembre-se deles! Existem ainda os fatores pessoais, afinal como um ser vivo que possui vida social ou não, você possui uma gama de problemas sejam familiares, afetivos ou mesmo com seus animais de estimação, que sempre surgem nessa hora crucial das avaliações. Com esses poucos fatores, já podemos visualizar um certo grau de...de...degradação? Não importa o nome que se dê! É visível que a situação "tá preta" e "cabeças vão rolar!". 
         O resultado é: um indivíduo agressivo, irritado, com fuga de idéias, interrupção do pensamento, sudorese, irritabilidade e níveis quatro (o mais alto) nas escalas psiquiátricas para pacientes piromaniacos, suicidas, homicidas. Nesse momento de extremo conflito inicia-se a prova. Nos minutos iniciais  toda a tensão promove uma certa elevação no desespero. Começamos a pensar em todas as respostas que nos vêm à cabeça, mesmo de perguntas que não apareceram. Olhamos as folhas (TODAS) a procura de questões simples, respondemos tudo que nos é possível responder. Então, após tudo que podia e não podia ter sido feito, é feito inicia-se um certo abaixamento das situações críticas. Tal abaixamento torna-se uma linha contínua que irá decrescer até o momento de devolver a avaliação. Nesse período, a mente se recompõe, não há mais líquidos no corpo, logo não há sudorese, os músculos começam a diminuir sua retração. A irritabilidade é passado, as idéias estão claras e concisas e...o que é ônibus mesmo? 
         Ao sair da sala sobre tais circunstâncias o "efeito pós prova" que havia se iniciada dentro do local de teste chega ao seu ápice. O mundo tem mais cores, não temos mais o desejo de queimar ou mesmo matar ninguém. Pouco importa se nos saímos bem ou mal no teste que a pouco fizemos...o importante é que existe  vida lá fora! Tudo está mais claro, tudo é tão feliz! Caminhamos com leveza e tranqüilidade, é um momento de extrema apreciação e prazer. É o "efeito pós prova"
         De fato, ele não possui grande tempo de duração, geralmente, sobrevive aos 30 primeiros minutos do pós prova. Mas são tão gratificantes e prazerosos tais minutos que explicam o fato das pessoas continuarem a fazer insanas avaliações ou pelo menos são uma boa hipótese para tal subordinação.

domingo, 27 de junho de 2010

Retirando as teias de aranha

          O tempo vai passando nas grandes metrópoles ( e no campo também) muitas pessoas ocupadas vão deixando que as traças tomem conta de quartos, caixas, livros antigos e blogs!!!No caso desse blog, além do tempo, forças superiores atuaram para nos afastar dele!!!!Mesmo assim, cá estou para retirar um pouco do pó, abrir as janelas e deixar que o ar puro tome conta do resto. 
         Certamente, é uma pena que tenhamos perdido a oportunidade de de dar nossos pitacos psicológicos sobre a copa, vazamentos de petróleo e afins. Mas a vida segue em frente e existem sempre coisas boas e ruins para serem comentadas e discutidas. Como este é apenas um aviso, de que aqui ainda há vida, pouco irei dizer por hoje. Mas os próximos dias, espero, serão mais recheados de conteúdo.

Abraços
Andy

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

○ ANO NOVO ○



Às vezes bate aquele sentimento de vazio no peito mesmo que ao redor tudo esteja bem com a família, com os amigos, com a pessoa amada ( se você tem, claro!).Muitas pessoas podem dizer que é um sentimento de ingratidão por não dar valor àquilo que se têm, outras dizem que é depressão e tem aquelas que dizem que é apenas fome. E esse sentimento nos ocorre principalmente nesta época do ano! É o período que falam que é o mais tenso, no qual as pessoas começam a reavaliar os acontecimentos, as atitudes, as decisões, os compromissos que foram realizados ao decorrer do ano, e por isso diz-se que este período é o que mais ocorre suicídio, o que mais há brigas entre pessoas que deixaram acumular sentimentos negativos.

O que fazer então?

Não há uma resposta consensual para isso, porém, devemos sempre procurar a ajuda necessária para que se possa sair desse mal estar. É igual às árvores ao decorrer das estações do ano.

Na primavera, estão florindo cheia de graça e beleza, no verão continua com seu brilho, no outono perde suas folhas mas nunca seu encanto e no inverno, ela se hiberna para que na próxima primavera possa estar revigorada para enfrentar um novo tempo de sua vida. É assim, que devemos agir, sempre prontos e preparados para receber aquilo que a vida nos oferece.


E que venha 2010!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Andrew by Cássia


André...18 anos, apaixonado por animes e mangás. Defensor e divulgador da cultura japonesa. Conquista a todos com sua simpatia. Tem sempre uma resposta na "ponta da língua" e não deixa de expressar seu descontentamento com aquele que o aborrece.
O André é daquelas pessoas que colocam muito bem sua opinião, falando com convicção e eloqüência, ao mesmo tempo em que ouve e considera a fala dos outros.É certo que ele costuma interromper a nossa fala, por mais interessante que ela seja, e fazer comentários extremamentefora do tema em questão. O que é perdoável, pois se ele não falasse naquele momento nem teria graça e depois ele sempre retoma o assunto principal. Ocorre, porém, que você só irá conhecê-lo mesmo elevando-se à categoria de amigo. Isso porque ele realmente sabe o valor da amizade demonstrando a cada dia seu companheirismo eprestatividade. Afinal, ele aprendeu a "transcender o egoísmo".