sexta-feira, 2 de julho de 2010

Sozinho : yes or no?


Tava pensando...

Muitas pessoas se apaixonam, amam, veneram, enamoram-se, relacionam-se.
Enfim, apresentam todos esses sentimentos e ações para ficar com um alguém mais semelhante ou mais próximo possivel. Pra quê? Acho uma boa pergunta, para não ficar sozinho? Para poder dividir coisas? Para quando tiver numa noite fria, se sentir quente? Tudo isso é funcional na natureza humana. Basicamente, é para a reprodução da espécie. Mas e aquele que ficam sozinho, eles são mal adaptados? Mal amado? Carentes? Eu acho q não, mas muitas de nossas tias (os) e avós (ôs) pensam ao contrário, cobram essa 'falha' dos solteiros...o que fazer?

Quando vc descobrir me diz.
( Não pense que vc é imune ao que o social diz...)

Texto breve e curto, numa noite de sexta...medite!

9 comentários:

  1. se elas ficam perguntando se a próxima será você a namorar, comece a perguntar nos funerais: - a próxima é a senhora? hehehehehe

    Acho que quando estamos sozinhos e, bem com isso, mesmo que comentários de parentes sejam chatos, eles não nos afetam. Se nos afetam é possível que realmente não queiramos estar sós!

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  2. Vocês sabem da minha teoria, mas eu vou repetir: "relacionamento" é um nome moderno pra um comportamento velho como a Terra que se chama "sexo" e que é altamente adaptativo. Todas as outras coisas como "compania", "calor", "companheirismo" e afins são apenas reações fisiológicas condicionadas áquela essência que se chama "coito". Sério, eu sei que parece ruim mas não é. É lindo, porque foi uma herança muito útil que os nossos ancestrais nos deixaram e que, caso ignorada, causa tristeza,sudorese e psicopatia. Juro.
    E digo mais: a natureza cobra. Todos, dentro de si mesmos, por melhor que lidem com a situação "I'm single, I'm cool", sabem que, de vez em quando, aquele vazio interior (literalmente) nos lembra que somos racionais, mas somo animais.

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  3. então, tatá, vc estava pensando... Mas porque vc estava pensando nisso?

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  4. mari, vc já ouviu falar de romantismo!
    Claro, pra isso que existe esses termos romanticos, para colocar no lugar de coisas que ditas numa forma mais " biológica" e "crua" pareçam mais atrativas e idealizadas e adotar adeptos disso!

    miii.. só pensando mesmo..hahaha..não tem uma causa obvia e aparente. Isso acontee com todos nós, ou mais ou menos assim e quis fazer um texto breve e curto..em intenções!!! ;)

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  5. Para se ter uma vida sexual não é necessário ter um relacionamento. A vida social se adapta ao atual contexto, as relações socias estão mais individualizadas e isso reflete na vida afetiva. Agora se tratando da influência de certos comentários, vindos de nossos avós ou tios/pais, eu penso que tem haver com a educação. Principalmente por se tratar de uma sociedade mineira, que ainda é muito tradicionalista e conservadora. Ainda está muito presa a certos valores, como relacionamentos. A idéia de relacionamentos parece estar presa a uma idéia de construção de um futuro, por ex. o casamento, e este não importa se está bom ou ruim, uma vez estabelecido está estabelecido e ponto. Eu penso que a questão é tentar se enquadrar ao contexto, ter uma vida social e não agregar muita paixão. Romance demais emburrece. E eu acho que hoje em dia, relacionamento só estar intimamente ligado ao sexo caiu por terra. Sexo fácil é o que mais tem, eu não tô falando de sexo pago.A questão é que o homem a todo momento cria símbolos e tenta atribuir significados a todos eles.

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  6. O que fazer? Falar "aham" e pronto =D

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  7. Muito boa essa idéia da tradicionalidade mineira. Peraí,é a Bárbara? porque se for a Bárbara falando nós já conversamos exatamente sobre isso e já coletamos dados empíricos em nossas próprias residências que comprovam essa hipótese!!!!

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  8. De fato tem haver com educação, mas acima dela está a forma como interpretamos o mundo, e tal maneira de enxergar a vida, depende de inúmeros dos quais a educação é apenas mais um. Outras influências como nossa personalidade e nossa história de vida (que é singular) etc, podem ser exemplos de outros fatores. Entretanto, isso não significa que sejamos totalmente passivos nessa história. Obviamente, podemos ter consciência de nossos atos, e decidir a forma de agir e pensar, que melhor nos convém, o que significa que não se tratam, apenas, de imposições externas que se instalam em nós. Para começar, se há algo que “vem de fora” é porque deixamos que “entrasse”, o que implica em uma atuação nossa. Acredito que se pensamos nos relacionamentos com x ou y, não é porque nos foi simplesmente imposto, mas porque a resultante de inúmeros fatores culminou em tal lógica. Afinal, se não fosse assim não existiriam mães solteiras ou casais homossexuais.

    Claro, é apenas minha hipótese...

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